terça-feira, 21 de julho de 2009

Relacionamento sentimental no trabalho

"Recomenda-se que não ocorra relacionamento entre chefia e subordinado, especialmente aqueles de nível mais elevado, ou seja, diretores, gerentes, supervisores e encarregados. Na ocorrência deste caso, o fato deve ser relatado à Diretoria, a fim de que seja estudado"
Dá para acreditar, que em pleno século XXI, fossemos obrigados à asisinar documentos constando tais normas a serem seguidas?
Leia-se chefia, mas entre subordinados também não pode haver relacionamento sentimental.
A pesquisa realizada abaixo, segui critérios lógicos quanto a sua veracidade em relação ao que o mercado de trabalho prática na realidade:
Namoro no Trabalho
Diante de um modelo que exige dos profissionais uma dedicação crescente ao trabalho, nada mais natural que um número cada vez maior de relacionamentos afetivos comece no ambiente corporativo.
Vale lembrar que as regras ou códigos de conduta que proíbem esse tipo de relacionamento vêm cedendo espaço a políticas corporativas internas mais flexíveis. Encontros na balada, acidentais ou pela internet somam cerca de 25% dos casos de início de namoro, diz o professor Ailton. Segundo ele, na última pesquisa que realizou sobre o assunto, 37% dos entrevistados conheceram e começaram relacionamentos no ambiente de trabalho e outros 32% foram apresentados a seus futuros parceiros em situações diversas. “Antes, tínhamos profissões e ambientes corporativos restritivos. Hoje até mesmo a participação feminina mais expressiva no mercado de trabalho aumenta as chances para isso acontecer”, diz.
Ele adverte, entretanto, sobre os cuidados necessários para o relacionamento não interferir na vida profissional e dispara: “discrição é fundamental!”. Afirma ainda que é desejável que o par não atue na mesma equipe ou departamento, uma vez que podem comprometer o desempenho e até mesmo afetar os colegas.Sem fórmulas prontas, mas com cuidado Para o designer Marcelo, que prefere não revelar o verdadeiro nome, o encontro com a publicitária e colega de trabalho Tânia (nome também fictício), na lanchonete de uma grande companhia editorial, em tudo lembrava outras milhões de casualidades. Um bom papo, algumas afinidades percebidas de imediato. Dia após dia, durante algumas semanas, os encontros repetiram-se. Mas foi num almoço, sem a presença de outros colegas, que os dois tocaram no assunto abertamente e resolveram se entender. “Ficou combinado que a gente não tornaria o relacionamento público, até porque trabalhávamos na mesma publicação”, conta Marcelo. Foi um pouco difícil, mas não impossível, observa. Meses depois, quando o namoro ficou mais sério e o casal resolveu dividir as escovas de dentes, chegaram à conclusão que o ideal seria não atuar profissionalmente juntos. “O projeto do casamento foi adiado até que um dos dois conseguisse uma oportunidade profissional que nos distanciasse no trabalho”, lembra o designer.
Hoje, em núcleos diferentes da mesma empresa, o casal - agora “oficial” - afirma que valeu a pena esperar para que todos soubessem do envolvimento. “De certa forma, preservamos a relação e o emprego.”
Precisamos rever nossas posições, diante de tais fatos. Pense e faça seus comentários.
Isabel.

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